Dani
FREITAS
Pelo resgate da
família atípica.
Dignidade e respeito absoluto aos direitos das pessoas com deficiência.
A Jornada
Por que precisei me tornar ativista?
Fui diagnosticada com Síndrome de Asperger na adolescência e vivo na pele os desafios da neurodivergência em dose dupla, pois meu filho, Aquiles, também é autista nível 3 de suporte.
Nossa história me fez enxergar o abismo em que o Estado brasileiro abandona as famílias atípicas, empurrando-nos para a beira de um precipício. Quando percebi que a conscientização sem método e sem ferramenta técnica é apenas ruído, entendi que precisava agir de forma pragmática.
"E foi assim, que precisei virar a mãe atípica, especialista em neurodesenvolvimento e ativista."
Hoje, meu menino tem 9 anos, e vivo uma contagem regressiva cruel: quando ele fizer 18 anos, o sistema atual dirá que não há mais lugar para ele na escola. Eu não vou aceitar esse futuro trágico.
Para estruturar políticas que funcionem, precisamos das ferramentas que só o governo possui. Trago comigo a objetividade da engenharia, a defesa inegociável da ciência e o conhecimento interno da máquina pública para cobrar eficiência.
"O Estado não faz favores, ele tem deveres legais, e eu estou aqui para exigir que sejam cumpridos."
Dani Freitas
Minhas Prioridades
Iniciativas claras e inegociáveis
Educação Continuada
Garantir o ensino e suporte especializado para autistas adultos, inserindo a continuidade dos serviços após os 18 anos no orçamento da União.
Residências Inclusivas
Lutar incessantemente pela regulamentação e implantação dos espaços previstos no Artigo 31 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI).
Fiscalização Técnica
Exigir o ensino de práticas baseadas em evidências científicas nas universidades e combater o desperdício do dinheiro público.